Custódia digital · serviço independente da transcrição

Certidão Forense de Metadados

Envie uma foto ou um PDF. Extraímos os metadados no servidor, calculamos as impressões digitais SHA-256 e SHA-512 e emitimos uma certidão com selo e QR Code de verificação pública — pronta para juntar aos autos.

Emitir grátis (1 foto + 1 PDF)

Blindagem — a favor da sua prova

  • Cliente fotografou o vazamento no apartamento alugado. Você certifica a foto no mesmo dia: aparelho, data do sensor e GPS presentes ficam registrados. O hash permite comparar cópias posteriores com o arquivo certificado, sem garantir a veracidade dos metadados.
  • Contrato em PDF assinado digitalmente: a certidão registra assinaturas, datas e revisões do arquivo antes de juntá-lo aos autos.
  • Prints de conversa com ameaças: mesmo sem EXIF, a certidão fixa a integridade de cada print a partir da emissão.

Impugnação — contra a prova da outra parte

  • A parte adversa juntou foto de um suposto dano. A certidão aponta software de edição registrado e data de modificação diferente da captura — base objetiva para requerer o original e perícia.
  • Recibo em PDF com data “de 2019”, mas o gerador é um editor online e a data de criação é de 2026: indício forte de documento produzido para o processo.
  • PDF com salvamentos após a assinatura digital: o conteúdo pode ter sido modificado depois de assinado.

O que extraímos

Fotos: aparelho, lente, data do sensor, fuso, GPS, resolução, software, credencial C2PA. PDFs: autor, programa de origem, gerador, datas, páginas, revisões incrementais, assinaturas digitais, JavaScript e formulários.

Prints e WhatsApp

Sem data de captura ou GPS, o arquivo ainda tem SHA-256. A certidão registra o arquivo recebido na data da emissão — não a data da foto nem a verdade da conversa.

Estampa forense

Baixe a foto com uma faixa inferior contendo o nº do selo, o hash e o link de verificação, para colar no corpo da petição já identificada.

WhatsApp: peça o original, mas preserve também o que recebeu

Ao enviar uma foto como imagem, o WhatsApp normalmente apaga os metadados EXIF, como data de captura, aparelho e GPS, e pode recomprimir a imagem. A ausência desses dados, sozinha, não prova que o arquivo veio do WhatsApp nem que foi adulterado. Prints também não recuperam os metadados da foto ou do fato retratado.

Para investigar data e local declarados na captura, peça ao cliente o arquivo original do aparelho, como anexo de e-mail ou por link de nuvem com download do original (por exemplo, Drive, Dropbox ou OneDrive). Esses meios podem preservar os metadados quando transferem os mesmos bytes, sem edição, conversão, compressão ou exportação. Não use print, prévia ou imagem copiada da tela. O envio como documento no WhatsApp também pode preservar o arquivo, mas isso deve ser conferido; dados já removidos não são recuperados pela certidão.

Sem EXIF ainda existe hash: o Hermes Forense calcula o SHA-256 do arquivo efetivamente recebido, inclusive de um print ou foto do WhatsApp. A certidão registra que aquele arquivo exato estava naquela forma na data e hora da emissão no site. A comparação do hash permite identificar se uma cópia posterior é idêntica ao arquivo certificado. Não comprova quando a foto foi tirada, onde o fato ocorreu, a verdade da conversa ou a ausência de alterações anteriores à emissão. Guarde o arquivo enviado sem modificá-lo.

Como identificar a prova junto à certidão

Preços

Pacote 5 fotos

R$ 19,00

no Pix · R$ 20,00 no cartão

Pacote 20 fotos

R$ 59,00

no Pix · R$ 63,00 no cartão

1 documento PDF

R$ 19,00

no Pix · R$ 20,00 no cartão

Pacote 5 PDFs

R$ 79,00

no Pix · R$ 84,00 no cartão

Créditos sem prazo de validade. Cada certidão tem recibo próprio para reembolso pelo cliente.

Com sinceridade: o que a certidão prova e o que não prova

Os arquivos são apagados logo após o processamento; guardamos apenas hashes e metadados.